METODOLOGIA

Princípios do IPS

O Índice de Progresso Social e suas Dimensões

A estrutura do Índice de Progresso Social está focada em três questões diferentes, mas relacionadas:

Essas três questões norteadoras definem as três dimensões do Índice de Progresso Social: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos para Bem-estar e Oportunidades. Cada dimensão é então subdividida em quatro componentes, conforme a estrutura do IPS:

Para avaliar cada uma dessas dimensões, é preciso decompô-las em componentes específicos que, em conjunto, permitem medir o Progresso Social.

Estrutura ips Estrutura do Índice de Progresso Social (IPS)

Adaptação do IPS para o Rio de Janeiro

A estrutura básica do IPS tem sido utilizada em diversas aplicações. O IPS Global foi criado com 52 indicadores levantados para 133 países. A mesma estrutura foi adaptada e aplicada para as regiões administrativas no IPS RIO e, em outros contextos, para regiões e cidades na Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Paraguai, Peru e União Europeia.

Em cada aplicação, a definição de indicadores é realizada localmente por meio de processo participativo, envolvendo os atores locais, como governo, universidades, institutos de pesquisa, empresas, fundações e organizações da sociedade civil.

Para o IPS Rio, a coordenação desse processo participativo coube ao Instituto Pereira Passos. O resultado desta construção coletiva é o modelo abaixo, com 36 indicadores:

Estrutura ipsrio Estrutura do Índice de Progresso Social (IPS) para o Rio de Janeiro.

O desafio específico de calcular o IPS Rio de Janeiro foi encontrar indicadores adequados para responder às perguntas explicitadas essencialmente por meio de dados administrativos, que já são produzidos com periodicidade pela Prefeitura do Rio e pelo Estado do Rio de Janeiro, assim como em âmbito federal.

O cálculo do IPS RIO obedeceu à metodologia elaborada pela Social Progress Imperative, sendo adaptada para a realidade de 32 Regiões Administrativas do Rio de Janeiro, produzindo 36 indicadores divididos nos doze componentes e três dimensões indicados.

A ponderação dos indicadores dentro de cada componente foi determinada pela técnica estatística conhecida como análise de componentes principais, uma especificação da técnica análise fatorial. Esta técnica permite atribuir maior valor a variáveis que têm maior poder explicativo sobre a variabilidade dos dados. A qualidade estatística desse processo de ponderação foi avaliada pelo teste de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), e a qualidade da agregação das variáveis dentro de cada componente foi avaliada pelo teste de Alpha de Cronbach.

As notas de cada dimensão foram calculadas como média simples das notas de seus componentes, e a nota do IPS foi calculada como média simples das notas dimensionais.

Os mapas apresentam as Regiões Administrativas do Rio segundo cinco classes de IPS. IPS varia de uma escala de 0 a 100, refletindo o melhor e o pior desempenho em cada indicador avaliado no Rio de Janeiro.

Para mais detalhes na metodologia de construção do IPS RIO, consulte o Relatório Metodológico.

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